RPG Indagações | Versão em PDF

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RPG Indagações pode ser explicado como uma antologia de artigos feita por famosos e desconhecidos sobre o RPG (role player game).

Inspirada pelo RPG Caracterização e outros projetos internacionais, cada artigo traz uma visão única sobre o hobby: Da utilização de fake news como força narrativa à responsabilidade nos chats das mesas streamadas, passando por temas como afrofuturismo, descolonização da fantasia, utilização de arquétipos femininos etc, o livro é ideal para pessoas jogadoras ou narradoras que querem mais profundidade em seus jogos.

O livro básico conta com 12 artigos:

“Descolonizando O RPG” de Camila Cerdeira: mostra como o RPG tradicional bebe de mitos e histórias europeias e como essa decisão acaba negando personagens e histórias baseadas em outras culturas;

“De quem é a vez” de Carolina Neves: Discute o papel de mulheres tanto na criação de jogos como na participação na mesas, seja de boardgame ou RPG, seja como jogadoras ou personagens e como o machismo dentro do RPG pode ser combatido com simples mudanças e algumas conversas.

“Gatilhos, sangramento e responsabilidade no RPG” de Clarice França: Explica os motivos para ocorrer o efeito sangramento nas mesas de RPG e que isso não é necessariamente algo negativo, além da importância da sessão 0 para evitar o acionamento de gatilhos que podem prejudicar o jogo de todos.

“Arquétipos femininos e a jornada da heroína nas narrativas fantásticas” de Cláudia Fusco: Mostra os arquétipos ligados à figura feminina e como é possível usar ou misturar esses arquétipos para criar heroínas, vilãs ou NPCs singulares para suas aventuras num fundo fantástico.

“A Macumba em Jogo” de Eva Andrade: Apresenta os principais pilares das religiões de matriz africana e maneiras de utilizar elas em jogo respeitando-as e dando maior profundidade para o personagem.

“A aplicação de Live-Action Role Play (LARP) em contextos educacionais: A experiência da associação Jogarta em atividades de contra-turno” de Fernando Santos: Traz a discussão sobre a utlização de LARPs em atividades educacionais e os resultados de um LARP ocorrido numa Centro de Atividades com jovens entre 10 e 16 anos.

“RPG é tudo igual. Só que não, né?” de Jorge Valpaços: Discute os diferentes tipos de jogos que podem existir dentro do universo do RPG e explica os motivos que levam uma determinada ideia funcionar melhor num cenário/sistema do que outro cenário/sistema.

“Sobre formas de narrar e jogar: O afrofuturismo para pensar em nossas mesas de RPG” de Luciano Jorge de Jesus: Fala sobre como o afrofuturismo pode ajudar mestres e jogadores a criarem histórias que fujam do modo de pensar e criar da branquitude.

“Fake News: Trazendo a guerra de narrativa para o seu jogo” de Max “Myandro” Fischer: mostra como informações falsas servem para criar narrativas, seja no mundo real ou numa mesa de RPG e como aventureiros podem desde descobrir a mentira até transmiti-la para centenas de pessoas.

“RPG em Livestream: uma responsabilidade compartilhada” de Pedro “Mestre PedroK” Coimbra: investiga a responsabilidade compartilhada durante a transmissão ao vivo de sessões de RPG além de apontar como o RPG livestreaming é uma importante experiência de compartilhamento de experiências e responsabilidades entre jogadores-atores e público.

“Como Mestrar: Aprendendo na Marra” de Stephan “Tef” Martins: Traz uma série de dicas para mestres, iniciantes e veteranos, de como evitar o stress causado por ser o responsável pela diversão e como garantir que todos, mestres e jogadores, se divirtam durante o jogo.

“Experiência direcionada: Afinal, por que o sistema importa?” de Thiago “Shinken” Rosa: Discute como sistemas mais específicos normalmente geram uma experiência mais profunda com seus gatilhos de mecânica próprios do que jogos que contam com poucos ou nenhum gatilhos de mecânica/narrativa.
 

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